Nove influências de Arin Ilejay
- laissdmf
- 27 de jun. de 2014
- 2 min de leitura
Arin Ilejay deu a Rhythm Magazine uma lista dos nove bateristas que mais ajudaram a influenciar seu estilo. Confira: “Ilejay já está bem no caminho para se estabelecer como um herói genuíno da bateria, então quando conversamos com ele queríamos descobrir quais bateristas moldaram seu estilo.” Arin Ilejay: “Uma das primeiras grandes influências para mim foi Dave Weckl. As coisas dele são aquelas do tipo que eu simplesmente me sentaria para ouvir. Aprendi a tocar bateria apenas ouvindo música e tocando o que ouvia. Meu pai me apresentou ao trabalho de Dave Weckl e sua forma de tocar era incrível. Na época, eu não conseguia fazer muita coisa – Eu acho que não conseguia tocar nada, para ser honesto. Eu não tenho ouvido muito a ele ultimamente porque eu tenho me focado num estilo de música diferente, mas ele me inspirou a querer ser melhor. The Mars Volta foi uma grande influência para mim. Caras como Jon Theodore e Thomas Pridgen são incríveis. Thomas Pridgen tem sido enorme para mim recentemente. Jon Theodore também influenciou muito o meu estilo. Ele ampliou os meus horizontes em relação a diferentes técnicas. Chris Pennie e Gil Sharone do Dillinger Escape Plan também foram grandes para mim. Esses caras me influenciaram muito. Ouvir esse estilo de bateria me levou ao Dillinger no começo. Eu adorava ouvir o trabalho sincopado entre bateria e guitarra. Eu amava Carter Beauford da Dave Matthews Band também, por causa de toda a bateria sincopada. Esse tipo de coisa se tornou meu material favorito. The Rev foi a pessoa que me colocou no metal. Não havia nenhum baterista de metal que tivesse me atraído antes. As partes de Jimmy são incríveis, então quando me juntei a banda eu já era fã do Jimmy – ele é um dos meus bateristas favoritos – eu queria fazer as partes dele de forma correta, sabe? Então eu estava tipo: “Eu vou fazer direito. É nisso que eu sou bom, é isso que eu faço.” De tantas maneiras Lars é realmente o melhor baterista no metal. Ele não tem aquele visual louco e destruidor que muitos bateristas têm, mas ele tem a melhor presença de palco. Ele está fora de si e mesmo assim escreve peças incríveis para a música. Ele é o Ringo Starr do metal. Ringo e Lars recebem pouquíssimos créditos, mas eles são absolutos gênios. Eu costumava pensar que bateristas tinham que ser destruidores para chegar em algum lugar, mas quando você olha para a indústria da música, ela é saturada de músicos incríveis e isso não quer dizer que sua banda vai se dar bem. Ser destruidor não é suficiente. Em “Hail to the King”, juntamente com todos os nossos fãs, eu pensei que iria escrever partes loucas de bateria para esse álbum, algo que fosse preencher os sapatos de The Rev. Mas a banda queria que eu criasse meu próprio som e legado. Eles queriam que eu tocasse de forma espaçada, com grandes preenchimentos que apoiassem a música. Eu fiquei chateado com isso no começo, mas ter ouvido bateristas como Lars me ajudou nesse processo. Para o próximo álbum, nós tivemos algumas ideias com alguns preenchimentos bem insanos.”