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Polygon: Vídeo de introdução de "Hail to the King: Deathbat" e entrevista com M. Shadows

  • laissdmf
  • 16 de out. de 2014
  • 4 min de leitura

Polygon compartilhou em primeira mão o vídeo de introdução do jogo "Hail to the King: Deathbat". M. Shadows também conversou com eles sobre quando a ideia de criar o jogo surgiu, e mais.

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Confira a matéria traduzida na íntegra:

Quando o RPG de ação Hail to the King: Deathbat do Avenged Sevenfold vier para iOS e Android em 16 de Outubro, o frontman M. Shadows quer ter certeza de que suas influencias estão muito claras.

Shadows originalmente concebeu Deathbat durante uma pausa da agenda de shows da banda após o lançamento do seu álbum "Nightmare". "Eu queria fazer um jogo de console classe A," Shadows me contou. "Então eu comecei a escrever um documento de concepção do jogo. Eu comprei centenas de livros sobre como as pessoas apresentam seus jogos, como as pessoas escrevem seus GDDs, como obter acordos com publicação e como fazer todas essas coisas. E eu tive sorte o suficiente para ter um monte de amigos como Mark Lamia do Treyarch e dos caras do Activision. Então, basicamente eu escrevi essas coisas em um verão inteiro e isso foram quarenta, quarenta e cinco páginas... E isso era provavelmente 1/8 do jogo escrito"

Lamia começou a desencorajar Shadows de um caminho de ruína do classe A. "Eu levei-o para o Mark e ele disse: cara, esse jogo vai custar literalmente 200-500 milhões para fazer isso," Shadows disse. "A menos que você queira sair do Avenged Sevenfold e ser líder nessa coisa, sério, você arruinará sua vida." Lamia sugeriu em vez disso que Shadows adaptasse a ideia para o celular.

"Então alguns meses depois nós estávamos no sudeste asiático fazendo alguns shows e eu vi todo mundo em seus celulares no caminho para o hotel, jogando jogos para celular", Shadows disse. "Então eu joguei a ideia la, dizendo 'ei, caras, o que vocês achariam de um jogo para celular do Avenged Sevenfold, alguma coisa baseada na banda, mas meio que desviar e fazer outras coisas com isso? Todo achou que fosse um acéfalo. E nós queríamos fazer algo diferente, e não seguir as regras dos celulares e fazer nós mesmos."

Shadows nos mostrou seu amor por jogos em nossa conversa - ele falou sobre a avó dele comprar-lhe um Nintendo em 86, como ele ficou viciado em jogos que tinham que ser regulado por seus pais. Para Shadows, Deathbat é a chance de fazer o tipo de jogo que ele gostaria de jogar. O jogo é um RPG de ação, mas não há atualizações tech tree de estatisticas baseadas, e a ideia de triturar parece anátema para ele.

"NO NOSSO JOGO, VOCÊ FICARÁ PRESO PRA CARALHO. ESSE É O PONTO"

"Isso tem sido uma grande coisa com o jogo - é mais facil para jogadores casuais para entrar em algo assim", ele disse. "Há várias coisas que eu não gosto sobre esses jogos, então eu tentei me certificar de manter uma abordagem mais clássica. E Zelda é um exemplo perfeito. Zelda e Mario são muito simples quando você entende o que eles fazem. Link anda pelo mundo e adquire coisas para ajuda-lo através desse mundo, e ele nunca fica mais poderoso, ele apenas ganha mais corações, e essa é a sua experiencia. E você basicamente está preso com a sua espada e seu escudo, e você tem que descobrir padrões, e descobrir como um inimigo pode ser golpeado.

"Eu quis incorporar coisas simples, como que para esse jogo eu acho que foram perdidos. Os jogos estão segurando as mãos das pessoas para obtê-los no meio, porque eles são mais uma experiência de cinema. Se eles ficam presos, eles encerram o jogo. Bom, no nosso jogo, você ficará preso pra caralho. Esse é o ponto"

Shadows é claro que ele não pensa que essa é uma nova carreira ainda, embora seu envolvimento com jogos e seu conhecimento do espaço ficou óbvio em toda a nossa conversa. Ele fala sobre uma obsessão em Super Meat Boy. Ele me contou sobre ver o jogo passar por várias rodadas de QA, e como ele sabe que os jogadores encontrarão bugs de qualquer maneira, porque é o que acontece. Mas principalmente, ele parece animado em fazer algo novo.

"EU TENHO SORTE QUE TEMOS HISTÓRIA PARA CONTAR"

"Eu acho que isso parece fresco e divertido. É legal para aprender coisas. Agora que eu fiz o jogo com esses caras, eu posso ir a qualquer lugar e falar com os desenvolvedores do jogo e falar sobre jogos com eles. E eu gosto disso, e eu gosto de toda essa experiência. Mas também eu tenho sorte que temos histórias para contar, com a artwork e a discografia, e a história que nós construímos com 15 anos de Avenged Sevenfold, tem sido legal ter essa história para contar.”

“Para nós, um jogo realmente é o próximo videoclipe”, ele disse. “Isso não nos fará populares nas ruas, ele não vai fazer isso ou aquilo. Mas nossa geração cresceu nos jogos, e as pessoas têm períodos curtos de atenção. Essa é uma chance de contarmos nossa história- o jogo é a história da nossa Deathbat, e há recursos visuais e artwork, há músicas que colocamos no jogo. Portanto, essa é uma outra saída criativa para nós, em vez de fazer vídeos de música de merda em um orçamento de 40.000 e jogá-los no YouTube e na esperança de que alguém vai e encontra.

"Hail to the King: Deathbat" será lançado essa semana nas plataformas iOS e Android.

 
 
 

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