M. Shadows: "Nós sempre queremos ser maiores do que podemos ser"
- 2 de fev. de 2015
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O Dinosaur Journal entrevistou o Avenged Sevenfold durante sua passagem por Hong Kong, na China. Confira a entrevista traduzida na íntegra:

Após os rumores do show de estreia dos titãs do heavy metal Avenged Sevenfold em Hong Kong que começaram a se espalhar por mais da metade de um ano, o A7X finalmente arrebentou semana passada com suas músicas de metal populares na Asia World Arena em 14 de Janeiro. Nós também fizemos uma entrevista exclusiva com a banda que será lançada na próxima semana, a partir de sua própria inspiração para o sucesso mainstream à fofura sobrecarga de Babymetal. M: Mídia A: Avenged Sevenfold M: Essa é a primeira vez que vocês veem à Hong Kong. Como vocês se sentem? A: Muito bem! Nos sentimos aliviados. Nós passeamos por todos os lugares. A vista é ótima. Nosso hotel é lindo. Um tanto a explorar. M: O que vocês esperam da multidão? A: Nós esperamos que seja maravilhoso. A maioria dos fãs nessa parte do mundo é completamente insana, num bom sentido. Noite passada na Coreia foi muito bom. Eles foram tão fora do controle. Estávamos acostumados com isso na Malásia e Jacarta então esperamos o mesmo. É sempre muito bom por aqui. M: Vocês gostam de alguma banda Asiática? A (M Shadows): Com certeza sim. Eu sempre gostei de X-Japan mas eles não fazem tanta turnê nos Estados Unidos. A (Johnny Christ): Não sei... Eu gosto de Babymetal. Haha. M: Como vocês descreveriam suas músicas agora? A: Toda gravação é completamente diferente. Sabe? Quando você estava no ensino médio, você diria "é assim... você gosta desse tipo de musica", mas quando você fica mais velho, você simplesmente não se importa. Nós tentamos fazer cada canção ter sua própria jornada, nós não temos um gênero para isso. Há um pouco de metal nelas, um pouco de punk, hardcore, um pouco de merda também Haha. M: O que vocês definem como "musica boa"? A: O que o faz se sentir emocional - Se bate algo, cria uma sensação e você coloca em algum lugar que vem em todo tipo de forma. Elton John, Queen, Metallica, algumas musicas pop, independente do que você esteja ouvindo... Para mim, se isso é bom, é bom. Se isso te toca, isso te toca. M: Os equipamentos nessa turnê do sudeste da Ásia são diferentes dos equipamentos da turnê pelo oeste ou qualquer outro lugar? A: Eu acho que é um pouco diferente. Algumas coisas são mais duráveis e viajam bem, soam bem e mantêm a qualidade. Em termos de produção é muito difícil de arrumar o show como os que fazemos na América. Nós tentamos trazer nosso próprio painel de vídeo e nosso próprio profissional para executa-lo, porque basicamente nós voamos todos os dias e a menos que você seja o Iron Maiden que tem um 757 (Ed Force One) você pode trazer todas essas coisas com você. Então é como se o Metallica estivesse lá, eles estariam sentados aqui por alguns dias. Nós tivemos que chegar e sair o mais rápido nesse ponto da nossa carreira. Então estamos tentando nosso melhor. O maior da banda, mais que você pode fazer. Se você cresce o suficiente, você pode começar a trazer mais e mais coisas com você. Tipo dessa vez nós estamos trazendo as coisas de vídeo e o olhar maior, se você nos viu da ultima vez, apenas trouxemos um painel. Fazemos o que pudemos fazer. M: Como vocês decidiram a setlist? A: Nós olhamos se já estivemos no lugar antes e quais músicas tocamos da ultima vez, sempre escutando o que os fãs querem ouvir e quais são mais populares e tocamos algumas aleatórias de vez em quando. Eu acho que é realmente importante nós olharmos todos os albuns e tentar escolher alguns sons de ótima qualidade de cada álbum. Estamos tocando um dos maiores sets nessa turnê. A (M. Shadows): Muito disso se deve à reação da multidão - Se alguma música não traduz bem, então normalmente vamos deixa-la. No momento temos um acúmulo de coisas como música após música que cria mais energia. Se você tocar apenas musica grande a maioria dos fãs ficam chateados com isso. Tentamos encaixar algumas musicas aleatórias que nós escolhemos, então o resto será apenas musicas maiores. M: Será que invadir o mainstream muda a banda? Em termos de processo criativo e metas? A: Não por isso, na verdade. Desde sempre, nós fazemos o que queremos fazer. Nós queremos escrever músicas que gostamos. Constantemente nós colocamos coisas que nós gostamos e esperamos que nossos fãs também gostem. E nós temos os melhores fãs do mundo que realmente gostam. Nós sempre queremos ser maiores possível. E isso não é porque o mainstream veio e de repente nos mudamos a nós mesmos assim. Então sempre foi apenas o que nós queremos fazer. M: Vocês conquistaram muitas metas tipo atração principal do Download Festival ano passado. Quais são suas metas agora? A: Nós não temos metas, alguns sonhos eu diria. Nós sempre quisermos ser uma grande banda mas não sabemos o que isso significava ou onde nos levaria. Há diferentes graus de streams. O rock na America, você pode ser a maior banda de rock mas você continua sendo mainstream, quero dizer, Katy Perry e Rihanna é o que o mainstream é. Se você chegar ao tecnismo, o numero técnico disso. Nós fomos a banda de rock mais tocada no país ou algo assim ano passado. Mas nosso numero é muito mais baixo do que o mainstream (musicos) como Rihanna que tocou 40 milhões por semana. Então isso é mainstream! Mas eu acho que crianças são enganadas a respeito de uma grande banda ser mainstream. Para nós, nós apenas escrevemos o que gostamos e fazemos o que queremos fazer. E isso funciona para nós. Mas nós também achamos que podemos fazer um jogo e essas coisas e queremos que as pessoas nos ouçam. Queremos que as pessoas se introduzam no rock porque achamos que eles vão gostar disso. E sempre tem uma banda que te toca e começa a cavar mais fundo. Em seguida eles entram em coisas europeias, Led Zeppelin, AC/DC. Você sempre precisa de uma banda que te toca e não nos importamos em ser essa banda. Nós introduzimos mais pessoas para o rock. M: Então qual o maior sonho no momento? A: Eu não sei se posso dizer haha M: Há alguma musica que vocês tocaram tantas vezes que vocês não podem suporta-la? A: Todas elas haha. Acho que todas as musicas na nossa carreira ficaram um pouco cansativas. Mas eu te digo, se a multidão certa está lá e eles ficam loucos, isso faz toda a diferença. Tocar para uma multidão estática, pode ser chato reproduzir as musicas que você tocou durante 15 anos. Fomos para a China e depois para a Coreia e tocamos o conjunto completo que é realmente muito longo, mas as crianças estavam loucas o tempo todo e eu me senti muito bem mesmo. Uma das coisas estranhas que acabam por serem incríveis. É uma vibe, ninguém vai se cansar de tocar Unholy Confession 5000 vezes. Mas ir para a Coreia ou alguns desses países é tipo... Vamos fazer isso. É como uma festa!












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